domingo, 31 de julho de 2011

Trava Língua - Profª Elizaine Maia

Trava língua
Podemos definir os trava línguas como frases folclóricas criadas pelo povo com objetivo lúdico (brincadeira). Apresentam-se como um desafio de pronúncia, ou seja, uma pessoa passa uma frase difícil para outro indivíduo falar. Estas frases tornam-se difíceis, pois possuem muitas sílabas parecidas (exigem movimentos repetidos da língua) e devem ser faladas rapidamente. Estes travas línguas já fazem parte do folclore brasileiro, porém estão presentes mais nas regiões do interior brasileiro.
Tinha tanta tia tantã.
Tinha tanta anta antiga.
Tinha tanta anta que era tia.
Tinha tanta tia que era anta.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

MINHA VIDA ...

Meu nome é Monyc, tenho 24 anos, sou casada, tenho um irmão caçula e minha família é maravilhosa.
 A leitura entrou em minha vida desde muita pequena.

Minha mãe gostava de comprar varios livrinhos de história e lia pra mim, lembro que ninguem podia chegar em casa que eu pedia para ler.

 Quando comecei a estudar já sabia escrever várias palavras, números, pois meus pais incentivavam muito para estudar e inclusive até hoje.

Meu irmão não podia me ver estudando, que ficava logo em cima pergundado sobre tudo e desta forma ensina sobre diversos assunto e ele aprendia direitinho, assim me sentia alegre.

Hoje estou muito feliz trabalhando com crianças e fazendo curso de fisioterapia que é outro grande sonho da minha vida.

Devo tudo aos meus pais, por tanta dedicação.

Amo o meu trabalho!

Meu nome é Marlene, tenho 35 anos.
Apesar de ser filha de pais analfabetos, foi o meu pai que me inspirou a entrar no mundo encantado que a leitura nos proporciona, através das historias contadas por eles.
Normalmente, ele reunia os filhos e contava várias histórias, lendas dos antigos, e eu observava, ouvia atentamente e viajava naquelas aventuras contada por ele.
Outra coisa que me despertou o interesse pela leitura foram às figuras dos livros, através das gravuras de animais, casas, objetos, pessoas, enfim tudo o que era grande e colorido me envolvia como as personagens das histórias. Quando criança eu gostava de brincar de ser professora, com passar dos anos o desejo de trabalhar com as crianças fluía era cada vez mais forte, e hoje sou pedagoga e trabalho como TDI e amo meu trabalho.

Marlene Nunes da silva

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Provérbios mandados por Maria da Cruz e Regina

Quem dá ao pobre empresta a Deus

Deus não dá asa cobra senão ela voa

Pardal  bota, tico-tico leva  fama

Quando a esmola é muita o santo desconfia

Papagaio come milho, tico-tico leva fama

De uma esposa para o marido de oitenta e três anos que mijou no sapato. Mandado por Maria da Cruz

Eh velho, acabou com minha vida, acabou com meu dinheiro e agora quer acabar com meu sapato também?

sábado, 25 de junho de 2011

Dito Popular- mandado por Regina Cáceres

- Chove chuva  choverá, santa Clara  clareá, santa Justa há de ajustar, santo Antônio manda o sol, para enxugar o meu lençol.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Um pouco de mim - Maria da Cruz



Eu, Maria da Cruz Daniel de Miranda Gomes, 47 anos, mineira, da cidade de Guanhães, cuiabana de coração, nasci no âmago de uma numerosa família formada por dez irmãos sendo eu a oitava deles.
Aos sete anos fui para a escola, no entanto já mantinha contanto com livros estando quase alfabetizada, pois minha mãe sempre teve como prioridade a educação dos filhos ensinando-os as primeiras letras.
Sempre estudei em escola pública, fiz o curso de Preparação para Magistério e o concluí no ano de hum mil novecentos e oitenta e dois. Apta a exercer a profissão de professora não a fiz, segui outro caminho indo trabalhar em escritório de contabilidade. A escolha do curso de magistério não foi uma opção, e sim a única alternativa no momento, pois não havia outro curso de formação em minha cidade.
Quase vinte anos depois em dois mil e um, tornei-me professora ao passar em um concurso realizado pela Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande. Sendo minha formação apenas de magistério em nível médio e diante da exigência do plano nacional de educação que determinava a qualificação dos professores das séries iniciais em nível superior, fui à busca de conhecimentos prestando em dois mil e dois, vestibular na UFMT para o curso de Pedagogia no qual fui aprovada. Em 2008 especializei-me em Educação Infantil Alfabetização e Letramento porque me apaixonei pelo trabalho com crianças pequenas.
Encontro-me hoje trabalhando como professora de Educação Infantil na cidade de Várzea Grande e como Técnico de Desenvolvimento Infantil (TDI) em Cuiabá.
Enquanto educadora a educação continuada se faz necessária. Por isso estou participando do curso “Contando História e Apreendendo o Mundo” oferecido pela Secretaria de Educação de Cuiabá e ministrado pelo ator Ivan Belém. Este curso é muito importante porque para trabalhar com crianças é necessário ser um bom contador de histórias e viajar junto às mesmas ao mundo da imaginação.