sábado, 13 de agosto de 2011

AS NARRATIVAS E EU.


O mundo mágico e lúdico das narrativas foi introduzido na minha vida através de uma doce senhora, mãe de cinco filhos que amava reunir a criançada quase toda noite para contar histórias que alimentavam minha mente sonhadora de criança.
            Outro fator que me recordo que serviu de incentivo para eu gostar de ler e escutar histórias foi uma coleção de livros infantis que ganhei de um tio, quando cursava a primeira série do ensino fundamental através deles foi aguçado em mim o interesse pelas narrativas.
            Através desse curso pretendo tornar- me uma boa contadora de história, pois ler e escutar é fácil, porém contar de maneira que prenda à atenção e se torne inesquecível para quem escuta é muito mais complicado.

                                                DANIELLE ROXA.

sábado, 6 de agosto de 2011

postado por Alinice

FABULA: A Mulher e a Galinha

Uma mulher tinha uma galinha, que todos os dias sem falta, botava um ovo.

Ela então pensava consigo mesma, como conseguiria fazer com que, ao invés de um, ela botasse dois ovos por dia.

Assim, disposta a conseguir atingir seu ideal, decidiu alimentar a galinha com um dobro de porção de ração.

A partir daquele dia, a galinha ficou gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo.

Autor: Esopo

Moral da História: O Ganancioso, cedo ou tarde, acaba por se tornar vítima de sua própria ganância.

postado por Alinice

TRAVA- LINGUAS:
Atrás da pia tem um prato, um pinto e um gato. Pinga a pia apara o prato, pia o pinto e mia o gato.
O meu vira lata usa gravata.
Embaixo da pia tem um pinto que pia, quanto mais a pia pinga mais o pinto pia.

O tempo perguntou pro tempo
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu pro tempo
que o tempo tem tanto tempo

domingo, 31 de julho de 2011

Apólogo - Profª Elizaine Maia

Apólogo
Gênero alegórico que ilustra um ensinamento de vida através de situações semelhantes às reais, envolvendo pessoas, objetos ou animais, seres animados ou inanimados.

O lápis e a borracha

Um belo dia, o lápis disse para a borracha:
- Eu escrevo no caderno, eu fico na mão do meu dono.
A borracha respondeu:
- Eu apago seus erros, e eu sou branca e você é colorido.
O lápis respondeu:
- Mas eu sou muito mais colorido do que você, eu tenho todas as cores que você possa imaginar!
O caderno entrou no meio da conversa:
- Mas vocês escrevem e apagam em mim, parem de brigar vocês dois.
Aí o lápis respondeu:
- Desculpe-me borracha.
A borracha respondeu:
- Desculpe-me lápis.
Os dois pararam de brigar e viveram felizes para sempre.
Será que o caderno sobreviverá sem o lápis ou a borracha?

Mitos - Profª Elizaine Maia

Mitos

“Um mito é uma narrativa sobre a origem de alguma coisa (origem dos astros, da Terra, dos homens, das plantas, dos animais, do fogo, da água, dos ventos, do bem e do mal, da saúde e da doença, da morte, dos instrumentos de trabalho, das raças, das guerras, do poder, etc.)"

Pisadeira
É uma velha de chinelos que aparece nas madrugadas para pisar na barriga das pessoas, provocando a falta de ar. Dizem que costuma aparecer quando as pessoas vão dormir de estômago muito cheio.

Fábula - Profª Elizaine Maia


Fábula

A fábula é uma narrativa alegórica, em forma de prosa ou verso, cujos personagens são geralmente animais que sustentam um diálogo, cujo desenlace reflete uma lição de moral, característica essencial dessa. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de presunçosos.

O urso e as abelhas

Um urso topou com uma arvore caída que servia de depósito de mel para um enxame de abelhas. Começou a farejar o tronco quando uma das abelhas do enxame voltou do campo de trevos. Adivinhando o que ele queria, deu uma picada daquelas no urso e depois desapareceu no buraco do tronco. O urso ficou louco de raiva e se pôs a arranhar o tronco com as garras na esperança de destruir o ninho. A única coisa que conseguiu foi fazer o enxame inteiro sair atrás dele. O urso fugiu a toda a velocidade e só se salvou porque mergulhou de cabeça num lago.

Moral: Mais vale suportar um só ferimento em silêncio
que perder o controle e acabar todo machucado.